Enfermeiros exige ao governo fim da precaridade

Enfermeiros exige ao governo fim da precaridade

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) exigiu que o Governo passe a contrato efectivo “mais de 2.000” profissionais precários, e acusou a tutela de não dar a “estabilidade necessária” ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Celso Silva do SEP sublinhou à Planície que “o que está em causa é muito fácil entender.  Nós quando avançamos com este número de enfermeiros precários, tem a ver com o Decreto Lei que o Governo publicou, e que supostamente regularizava os vínculos precários. Só que regularizava os colegas que foram contratados no âmbito da pandemia 19 que perfizeram 8 meses até Dezembro de 2020”.

O sindicalista diz que “Isto significa que todos os outros enfermeiros que estão a trabalhar, mas que não tem esse tempo contabilizado, mais o grupo de colegas que tem contrato de substituição, na grande maioria estes precários ficam de fora desta suposta solução que foi apresentada pelo Governo”.  

Celso Silva defende que “todos estes profissionais, independentemente do tipo de vínculo precário, devem ter um contrato efectivo, visto que já antes da pandemia eram necessários aos serviços”.

Segundo o SEP, este problema é transversal ao país e o Ministério da Saúde   pretende continuar a contratar até 31 de Julho, mas a termo incerto.

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