Municípios do Baixo Alentejo reuniram com o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional

Municípios do Baixo Alentejo reuniram com o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional

Na passada sexta-feira, dia 3 de Julho, os municípios do Baixo-Alentejo reuniram-se, por teleconferência, com o Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches. O objectivo principal foi o ponto de situação sobre a pandemia Covid-19 na região.

Na reunião, estiveram também presentes a Presidente e o Vogal do Conselho de Administração da ULSBA e o Director Distrital de Beja da Segurança Social.

Segundo comunicado da CIMBAL, considerando o momento actual, “foi reforçado por parte dos intervenientes a necessidade de manter todas as medidas de protecção indicadas pelos organismos oficiais, designadamente as respeitantes às Estruturas Residenciais para Idosos”.

Foram ainda abordadas as consequências que a pandemia produz na economia do Baixo Alentejo e medidas mitigadoras.

Em declarações à Planície, Jorge Rosa, presidente da CIMBAL, salientou que “a marcação da reunião foi pedida pelo Secretário de estado para fazer o ponto da situação do Baixo Alentejo na área de intervenção da CIMBAL, e fazer um alerta dos cuidados que todos devemos ter, sobretudo, aqueles grupos de maiores riscos nomeadamente os idosos, utentes de lares e IPSS”.

O responsável da CIMBAL referiu ainda que “estas instituições devem estar no nível prioritário dos nossos cuidados. O Secretário de Estado passou o alerta e a sua mensagem, dando como exemplo Reguengos de Monsaraz, que fez com que o Alentejo, que era a região com menos casos de contaminação de Covid-19, aumenta-se e passa-se a ser uma das regiões que repentinamente aumentou os números de infectados”.

Na mesma reunião o Presidente da autarquia de Barrancos questionou o Secretário de Estado sobre a forma como decorreu o processo de reabertura da fronteira Barrancos/Encinasola. O governante informou que “nunca sentiu disponibilidade por parte das autoridades espanholas para uma abertura similar à de Mourão. E, considerando a necessidade de existir esse entendimento comum, de ambos os países, só agora foi possível proceder à sua reabertura, não obstante todas as diligências efectuadas pelo Município de Barrancos”.

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